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Eu Já Estive Em “O Eu Sensível”, de Beatriz Breves

Tivemos a oportunidade de participar da Leitura Coletiva do livro “O Eu Sensível”, um encontro na esquina da rua dos sentimentos com a rua das sensações, no bairro do pensamento, na cidade do sensível, escrito por Beatriz Breves.

O Eu Sensível é baseado na teoria da Ciência do Sentir, que entende o Universo com um complexo macromicro vibratório uno, inteiro e indivisível, e o ser humano fazendo parte desse complexo. Beatriz Breves alerta para a necessidade de resgatarmos o sentir, que foi suprimido em função de uma educação autoritária e controladora, para quem sabe, a partir do vínculo conosco e com as outras pessoas, conquistamos seres humanos mais comprometidos com o projeto de construção de uma sociedade justa e solidária.

Um dos pontos destacados pela autora logo no começo do livro lembra que a Revolução Científica do século XVII, que tanto desenvolvimento trouxe para a humanidade, priorizou a razão em detrimento do sentir, abandonando o que nos era natural, afastando-nos da Natureza. Nesse sentido, torna-se incontestável a relevância deste livro como ferramenta de resgate dessa natureza, ampliando o conceito de ciência na produção do conhecimento.

Beatriz destaca que o sentir ultrapassa os tempos, as culturas, as religiões, entre outros. O sentir não necessita de definição, mas só pode ser experimentado em seu campo de intensidade. Algumas pessoas precisam da perda para sentir e/ou só percebem um vínculo que tinha com determinada pessoa quando a perde, de onde saem frases como: puxa, nunca pensei que sentiria tanta falta.

A autora também coloca grifado no texto a seguinte frase: Isso representa sumariamente a diferença entre considerar os fatos e considerar os valores. Essa frase surge quando se fala da diferença entre as culturas/povos, onde para alguns, seguindo a ciência, importa o lado que o coração está, já para outros importa mais se o coração está em um lugar justo.

Composto por prefácio, prólogo da autora, Recorte 1 (falando sobre o sentir) e Recorte 2 (exercício de conexão com O Eu Sensível). Neste segundo recorte, Beatriz Breves escolhe de forma aleatória cem diferentes qualidades de sentimentos e convida ao leitor a se deixar vibrar por cada um dos sentimentos e escrever o que pensa/sente sobre cada um deles.

Para fechar o livro, vem o Recorte 3, que fala sobre o Reconhecimento. Aqui encontramos a menção de uma carta que a autora encontrou escrita por sua avó e, dessa carta, uma frase que vale ser destacada: O bem mais precioso que se tem é a vida! E também vale uma menção para os jovens, que acreditam que a mocidade vai durar para sempre: A mocidade é um minuto diante da eternidade; não desperdice o melhor da sua vida em revolta contra a tua família, contra a sociedade.

Beatriz Breves é president, membro efetivo e fundadora da Sociedade da Ciência do Sentir (SoCiS). Além de O Eu Sensível, Beatriz já escreveu também Macromicro – A Ciência do Sentir, O Homem Além do Homem, A Fronteira do Adoecer – Porque você adoece, todos publicados pela editora Mauad X.

Sobre a discussão em grupo na Leitura Coletiva

Participamos com um encontro em vídeo com a autora, Beatriz Breves, e durante a conversa, pontuou vários pontos interessantes do livro. Beatriz destaca que o que dá o colorido da vida da gente é o que a gente sente. Atuando com psicologia há anos, só recentemente, com o livro O Eu Sensível, a autora resolveu divulgar mais a ciência do sentir, pensando justamente nas pessoas que não têm os conhecimentos científicos que os estudiosos têm.

Beatriz conta que apesar de no livro catalogar com as definições 100 sentimentos, são mais de 500 sentimentos que se sabe que existem e as pessoas não sabem que eles se conectam. Normalmente nós sempre perguntamos uns para os outros como foi o dia, mas porque não perguntar, o que sentiu no dia? Essa atitude ajudaria super a aprendermos mais a conhecer o que sentimos.

Questionada sobre se as mães passam seus sentimentos aos filhos durante a gravidez, Beatriz conta que o que vibramos pode alterar a transmissão genética, é mais aprofundado, mas sim, o que sentimos pode mudar as situações de várias maneiras.

E para fechar, um grande aprendizado é: não tem sentimento negativou ou positivo, existe o uso que você vai fazer dele. Entre sentir algo e executar, tem um grande caminho, se você aprende a entender o que sente, pode conseguir a resolver o sentimento antes de seguir para uma ação incorreta.

Agradecemos mais uma vez à LC Agência pela oportunidade!

Janaína Leme

@eujaestiveem

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