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Eu Já Estive Em “O Pergaminho Magdala”, escrito por Pedro Augusto da Silveira

Muito suspense, aventura, contexto histórico, passagens por diferentes cidades, carros de luxo, bons restaurantes, bibliotecas para pesquisa, humor, sarcasmo, e vidas que se perdem tudo por conta dele: “O Pergaminho Magdala”. Esse é o título da obra de Pedro Augusto da Silveira que tivemos a oportunidade de participar da leitura coletiva organizada pela LC Agência de Comunicação.

Dinho é o protagonista! Ele tem um pouco mais de 30 anos e está à frente de uma empresa italiana especializada na negociação e avaliação de pinturas, esculturas e documentos antigos. Ele e o amigo e sócio, Iris Pereira, vão a casa de uma possível cliente que diz ter em mãos um documento que pode valer algum dinheiro. O documento parece ser interessante mesmo e minutos depois de Dinho e Iris deixarem a casa da senhora, ela é encontrada morta. E aí tudo se move muito rápido, toda a trama ganha novos suspeitos e novos perrengues a cada capítulo, intercalados com outros capítulos que trazem mais do contexto histórico de séculos passados, enfim, uma leitura daquelas que você não sente as mais de 400 páginas de história.

Além da questão de que Jesus se casou com Maria Madalena e teve filho e que o Cristianismo esconde essa informação há séculos (eu não sabia dessa possibilidade até a leitura da obra), o livro incrivelmente traz personagens LGBT de uma forma simples e corriqueira, como tudo na vida deveria ser. Iris é o grande destaque para mim e todo o respeito que Dinho tem por ele e exige que todos os demais tenham. Dinho também traz um ar mais descontraído para a história, o que faz a leitura fluir ainda mais. Dorme em todas as viagens e come muito bem, essa parte me identifico super.

Para quem tem como referência o clássico de Dan Brown, o Código da Vinci, O Pergaminho Magdala, tem os mesmos ingredientes. O autor também teve um trabalho extra em produzir um conteúdo adicional e compartilhar conosco para que pudéssemos estar contextualizados com todo o conteúdo histórico da obra. Ah, e sobre Jesus ter se casado e ter filho, minha curiosidade me fez perguntar ao ChatGPT o que ele sabe sobre isso e ele foi enfático: não, Jesus não casou e nem teve filhos. A ideia de que ele se casou e teve descendentes vem de alguns manuscritos que não são considerados confiáveis. E você acredita que esses documentos possam realmente existir e esconder algo tão impactante? Ou é só coisa de escritor que quer confundir a nossa cabeça?

Sinopse: Dinho Busi pode se considerar um homem de sorte. Com pouco mais de 30 anos, ele é sócio da Vere Opere, uma bem-sucedida empresa italiana especializada na negociação e avaliação de pinturas, esculturas e documentos antigos. Formado em história da arte, o brasileiro radicado na Itália é muito conhecido do público local tanto pela sua incrível capacidade em analisar a veracidade de peças antigas, quanto pelas diversas participações em programas da RAI Storia, canal de TV especializado em documentários históricos. A vida do rapaz, contudo, muda da noite para o dia quando ele e seu melhor amigo e sócio, Iris Pereira, se tornam os principais suspeitos do assassinato de uma idosa. Ao se ver nesse beco sem saída, Dinho recebe uma proposta inusitada da presidente da Verbum Verum, uma poderosa organização milenar que tem ramificações no mundo inteiro. Em troca de fornecer um álibi para ele e para o seu amigo, o jovem historiador deve ajudar a encontrar o Pergaminho Magdala, uma carta escrita por Maria Madalena antes de sua morte e perdida há séculos. Com uma narrativa que mistura ação, suspense e ficção histórica, o enredo se desenrola tanto no presente quanto em épocas passadas e permite ao leitor uma viagem dinâmica e cheia de aventuras na busca por um documento que pode mudar as bases da sociedade ocidental.

O leonino Pedro Augusto da Silveira mora em São Paulo com sua mulher e seu casal de filhos. Ardoroso admirador de história, geografia e literatura, seu coração, parte paulistano, parte carioca, é apaixonado pelo nosso país do Oiapoque ao Chuí, da Ponta de Seixas à Serra da Contamana.

O Autor tem outros livros publicados. O primeiro livro foi Sob o Trópico de Capricórnio, narrado em primeira pessoa e conta a história de Ricardo, um dos pais de Dinho – protagonista de O Pergaminho Magdala – livro que começa em 1980 e termina em 1986. Depois veio “Entre o Aquário e o Peixe”, onde Dinho também aparece, mas superficialmente. E tem “O lado quente do ser é o Rugido do Leão”, onde Dinho, ainda criança, rouba a cena. E fora do contexto de “O Pergaminho Magdala”, Pedro Augusto também escreveu “Queda livre”, que conta a história de um jogador de futebol famoso, casado, pai de família, que tem um vídeo vazado no qual ele está tendo relações sexuais com outro homem.

O Pergaminho Magdala”, escrito por Pedro Augusto da Silveira e publicado de forma independente, tem 609 páginas na versão digital e está disponível no formato digital nas plataformas de e-commerce. Nós lemos a versão impressa, feita para a leitura coletiva, com um pouco mais de 400 páginas.

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