Estudo brasileiro sugere que Grande Esfinge de Gizé aponta geometricamente para Minas
O olhar da Esfinge de Gizé pode estar apontando para Uruana de Minas (MG). É o que sugere o livro “O Código Oculto de Cygnus”, do autor brasileiro Lucas Ribeiro, apresentando nas 378 páginas uma reflexão que conecta monumentos antigos, matemática e astronomia à pequena cidade do noroeste de Minas Gerais.
A investigação teve início em 26 de fevereiro de 2025, quando o autor se deitou no interior do sarcófago da Grande Pirâmide de Quéops, no Egito, no exato dia do renascimento heliacal da constelação de Cygnus (também chamada de Cisne devido à sua forma no céu, que lembra a ave de asas abertas voando ao longo da Via Láctea), o momento em que o Cisne volta a surgir no horizonte oriental durante um raro alinhamento simultâneo dos sete planetas do sistema solar.
“Quando percebi que o feixe que sai do olho esquerdo da Esfinge se alinha com Uruana de Minas e Oak Island, no Canadá, percebi que estava diante de algo estatisticamente improvável, segundo o modelo. E é exatamente isso que este livro documenta: números, coordenadas e padrões matemáticos que qualquer pessoa pode verificar”, afirma Lucas Ribeiro.
O autor analisou a constelação de Cygnus (o Cisne), cujas estrelas teriam servido como base para uma matriz matemática comparada às coordenadas geográficas de pirâmides, megálitos e outros monumentos espalhados por quatro continentes. Por meio de cálculos, mapas e códigos de computador reproduzíveis, Lucas defende que a probabilidade de tais padrões surgirem ao acaso é de 1 em 480 bilhões.
“É o primeiro ‘Código Da Vinci’ real. Não é ficção, não são teorias vagas. São números verificáveis, fontes oficiais, cálculos que qualquer pessoa pode checar”, explica o autor.
“Mais do que mostrar uma conexão entre monumentos, o objetivo é fazer com que as pessoas percebam como civilizações antigas observavam o céu e organizavam suas construções no espaço terrestre. Uruana se torna o ponto central de uma narrativa que atravessa milênios”, completa.
Desenvolvido em parceria com o engenheiro e filósofo Marcos André Simonssini, o livro combina exploração e mapeamento com narrativa acessível, e traz à tona um Brasil pouco conhecido do grande público: uma cidade de apenas 4 mil habitantes que pode estar no centro de um segredo milenar.
Com linguagem clara, cálculos reproduzíveis e comparações instigantes, a obra transforma arqueologia, astronomia e cultura em um convite à reflexão crítica e ao debate.
No livro O Código Oculto de Cygnus, Lucas Ribeiro propõe que o olhar da Esfinge de Gizé, no Egito, estaria geometricamente direcionado para Uruana de Minas, município de cerca de 4 mil habitantes no noroeste mineiro. Segundo a hipótese, a mesma linha também alcançaria a ilha de Oak Island, no Canadá.
O que o estudo sugere
A proposta parte de uma pergunta direta: civilizações antigas poderiam ter construído monumentos levando em consideração posições específicas das estrelas?
O autor analisou a constelação de Cygnus, conhecida como Cisne, e comparou a posição de suas estrelas com coordenadas geográficas de pirâmides e outros monumentos espalhados pelo mundo.
A partir de cálculos matemáticos e projeções em mapas, o estudo indica que haveria padrões geométricos que se repetem e que um desses eixos passaria exatamente por Uruana de Minas.
Lucas Ribeiro é um pesquisador independente e aborda no livro que o olhar
da Esfinge de Gizé pode estar apontando para Uruana de Minas (MG)
Como a investigação começou
A pesquisa ganhou força em fevereiro de 2025, quando o autor esteve no interior da Grande Pirâmide de Quéops, no Egito, durante o chamado renascimento heliacal da constelação de Cygnus, momento em que a constelação volta a aparecer no horizonte após um período invisível no céu.
A partir dessa experiência, ele passou a testar alinhamentos em mapas e a cruzar dados astronômicos com coordenadas terrestres.
Probabilidade e debate
Segundo o modelo matemático apresentado no livro, a chance de determinados padrões ocorrerem ao acaso seria extremamente baixa, seria de 1 em 480 bilhões, dado utilizado na obra como argumento para sustentar a relevância estatística da hipótese e para defender que os alinhamentos merecem investigação mais profunda.
O material inclui mapas, números e códigos que, de acordo com o autor, podem ser verificados por qualquer pessoa interessada. O ponto que transforma a pesquisa em notícia é simples: uma pequena cidade mineira aparece como possível peça central em uma hipótese que envolve o Egito Antigo e monumentos distribuídos por diferentes continentes.
A proposta não afirma uma verdade definitiva. Ela sugere uma hipótese e convida especialistas, universidades e pesquisadores a analisarem os dados. Se confirmada ou contestada, a teoria já coloca Minas Gerais e o Brasil, no centro de um debate internacional que cruza arqueologia, astronomia e matemática.
E é justamente essa combinação de mistério, ciência e protagonismo brasileiro que promete despertar interesse muito além dos limites de Uruana de Minas.
SOBRE O AUTOR
Lucas Giovani Ribeiro é autor independente e pesquisador brasileiro voltado à investigação de padrões geométricos aplicados à arqueoastronomia e à geodésia. Criador da página Uruana Sobrenatural, reúne registros, estudos e análises sobre a cidade de Uruana de Minas, desenvolveu uma abordagem baseada em reprodutibilidade: coordenadas, ângulos e medidas são organizados para que o leitor possa testar as conclusões por conta própria. Sua escrita une narrativa investigativa e método, conectando observação, matemática e história.
SOBRE O CO-AUTOR
Marcos André Simonssini, filósofo, engenheiro eletrônico com MBA em comunicação de dados, especialista em gerência de projetos e pós-graduado em transmissão de dados. Escritor de três livros publicados: Física de frequência absoluta, Geometria da física de frequência absoluta e Só uni sem verso: o nada.
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