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Eu Já Estive Em “Hospital Moriah em evento sobre Lesões na Dança”

Acompanhamos no Hospital Moriah o bate-papo com a Dra Juliana Doering e o Dr. Rafael Mohriak sobre Lesões na Dança. O evento contou também com a presença da bailarina Cecília Kerche.

Segundo a Dra Juliana, as principais lesões causadas pela dança são entorses de tornozelo, joanetes dolorosas, dor na parte de trás do tornozelo, fraturas por estresse e fraturas por traumas. As causas mais comum, todos nós que já dançamos sabemos: excesso de ensaios, uso de sapatilhas de ponta, condições físicas predisponentes (pés chatos) é tendência familiar.

Pensando nas especificidades morfológicas, anatômicas e na rotina desses profissionais, o Hospital Moriah desenvolveu uma abordagem única e pioneira. Em seu Centro Especializado de Lesões da Dança, primeiro do país, ortopedistas e profissionais da saúde atuam com uma completa e moderna infraestrutura dedicados à prevenção, diagnóstico e tratamentos dos males mais comuns que acometem bailarinas e bailarinos, como tendinites, joanetes, instabilidade dos tornozelos, entre outros.

“O dançarino recorre a ortopedistas para amenizar danos causados pela dança e o esforço repetitivo. Mesmo assim, não havia uma instituição, até o momento, que reconhecesse a importância de segmentar esses problemas e tratar cada caso como único”, menciona a profissional do hospital.
Hoje há padrões para estabelecer individualmente o quanto um bailarino precisa de descanso para poder se recuperar e esse descanso faz total diferença na recuperação, porque o osso também precisa de descanso para se estabelecer, explica o Dr. Rafael Mohriak.

O hospital faz a triagem por meio de consultas médicas, de forma ambulatorial, já que não há Pronto Socorro. Precisamos, conscientizar e propor planos de ações junto com a fisioterapeuta para que ele previna as lesões também. O foco aqui é a dança como um todo, detalha a Dra. Luciana.

A bailarina Cecilia Kerche conta que a partir da existência de médicos que gostem de balé e entendam a necessidade do bailarino de não parar, muda totalmente a vida do paciente bailarino. Eles precisam entender que a idéia sempre é prolongar a vida útil do bailarino, não só apontar que ele precisa parar.

Em 1986, Cecília assumiu a posição de primeira bailarina do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. A bailarina possui uma fotobiografia e já foi intitulada como “o melhor cisne do mundo”, segundo Natalia Makarova, considerada a melhor intérprete do séc. XX do espetáculo Lago dos Cisnes.
Mais informações sobre o Hospital Moriah é possível buscar no site http://www.hospitalmoriah.com.br e no Facebook (hospital.moriah).

Janaina Leme/ Eu Já Estive Em

 

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