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Veterinário dá dicas para amenizar o medo de fogos de artifício do seu pet

O Stark meio que tira de letra os fogos de artifício porque desde pequeno acostumamos ele com barulhos fortes, afinal de contas moramos do lado do aeroporto. Mas, mesmo assim, sempre estivemos do lado dele na hora da virada. De qualquer forma, boas dicas sempre são bem-vindas nessa hora!

O médico-veterinário Luciano Granemann e Silva, membro do Conselho Regional de Medicina Veterinária de Santa Catarina e proprietário da Clínica e do Hospital Veterinário 24h Cão.Com, explica que além da sensibilidade auditiva existe o instinto de sobrevivência. “Eles associam os fogos a um ataque iminente, a um ato de violência”.

O que fazer para protegê-los? Se o seu animal de estimação ficar sozinho em casa na hora da virada, Luciano recomenda deixá-lo fechado em um local seguro. “De preferência onde esteja acostumado a ficar e que não ofereça perigo dele se bater, cortar, cair”. No caso do pet passar o Réveillon com seus tutores, o conselho é mantê-lo próximo a você. “Pode ser no colo, deitado ao seu lado. Ou ainda em um lugar onde ele se sinta protegido, como embaixo de um móvel, atrás da cortina”.

Outra solução é o uso de protetores auriculares, nos casos em que o animal permite sua colocação e permanência. Abafar o som com as mãos, colocando-as sobre as orelhas do seu pet, também ajuda a diminuir o barulho.

Os exercícios físicos diminuem  a ansiedade. Por isso, vale a pena investir em uma caminhada mais intensa no dia 31, que vai deixar seu pet mais relaxado e tranquilo.

Adestramento e medicação

Nos casos em que o grau de medo e agitação do animal é extremo, a solução é a administração de um ansiolítico. “Ele deve ser medicado no dia 31, algumas horas antes da queima de fogos”, recomenda Luciano.

Outra medida eficaz é o adestramento. “Existem técnicas de dessensibilização que reduzem ou eliminam o impacto do barulho dos fogos nos cães”, afirma o veterinário. Esse trabalho também é feito quando o animal se assusta com outros sons, como os de trovoadas.

 Fogos e problemas de saúde

 Luciano alerta que o barulho pode piorar o quadro de animais com doenças preexistentes, como diabetes, epilepsia e as cardíacas. “Os fogos funcionam como um gatilho, mas cessando a causa, o animal volta a se acalmar. Caso isso não aconteça, o ideal é levá-lo ao veterinário para uma avaliação neurológica e cardiológica”.

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