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Na sexta-feira, Banda Black Rio se apresenta com discotecagem, no JazzNosFundos

Noite de festa com show da renomada Banda Black Rio, que traz toda sua fusão de gêneros como funk, soul, jazz e samba em uma noite de muita festa! Para abrir o show, discotecagem com muito jazz, funk, soul, ritmos brasileiros, latinos e africanos.

A Banda Black Rio completou, em 2017, 40 anos do seu primeiro disco e celebrou a data com lançamento de álbum comemorativo com novas composições, regravações de sucessos (Miss Cheryl e Cravo e Canela) e uma versão em inglês do hit Carrossel. Durante essa turnê, a banda tem se apresentado com o Frontman Jadiel Oliveira, considerado um dos melhores intérpretes da Black Music dos últimos anos.

A BBR surgiu no fim dos anos 1970, em um cenário onde a música negra representava mais que um ritmo. Até aquele momento, barreiras tanto físicas quanto culturais separavam essa população dos bairros da Zona Sul carioca. Inspirados pelo movimento black power norte-americano, os jovens dos subúrbios passaram a buscar formas de expressão, desde a música e o estilo de vestir até a política. O chamado Movimento Black Rio crescia nos subúrbios cariocas, reunia milhares de pessoas nos bailes e se espalhava pelo país, buscando afirmação da raça negra. As gravadoras se ouriçaram com a nova onda, e a WEA conseguiu montar a sua banda com instrumentistas renomados: a Black Rio.

A estreia foi em 1977 com “Maria Fumaça”, tendo o saxofonista Oberdan Magalhães – pai de William – à frente da banda. A faixa-título de “Maria Fumaça” com seu estilo único, tornou-se um marco da música instrumental brasileira. Como tema de abertura da novela Locomotivas, da TV Globo, o sucesso veio rapidamente. Em 1978 foi lançado “Gafieira Universal”, seguido do álbum “Saci Pererê” (1980), em que a faixa-título é uma composição de Gilberto Gil. Nessa época, a Black Rio foi comparada a bandas como Kool and the Gang e Earth, Wind and Fire, inovadoras do black-pop.

A BBR ainda participou do projeto “Bicho Baile Show” (1977), de Caetano Veloso. O músico baiano procurava uma banda de peso para dar um ritmo dançante ao seu show, e todos os caminhos levaram à Black Rio.

A trajetória da banda foi interrompida em 1984, com a morte de Oberdan, e retomada em 2000 por William, que é produtor musical, pianista e arranjador. A decisão de trazer a BBR de volta veio após William observar a influência da banda em artistas internacionais e de ver o primeiro vinil à venda em Londres.

O primeiro álbum dessa nova fase, “Movimento” (selo Regata), traz um som mais encorpado e amplia o espaço para os vocais, mostrando a atualização aos novos tempos sem abandonar a estética original.

Com William Magalhães (piano, vocais, arranjos), Jadiel Oliveira (vocal principal), Ed Menezes (baixo), Agenor de Lorenzi (teclados), Alvaro “Guitarreiro” Alves (guitarras), Angélica (vocais), Thiago Silva (bateria), Paulo Jordão (trompete), Rodrigo Bento (sax tenor) e François de Lima (trombone).

SERVIÇO

Banda Black Rio no JazzNosFundos (09 de agosto)

Rua Cardeal Arcoverde, 742 – Pinheiros, São Paulo/SP
Ingressos: R$30 a R$50
Horário: 22h
Telefone: (11) 3083-5975
Estacionamento (não conveniado): Rua João Moura, 1076
jazznosfundos.net/home.php
@jazznosfundos

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