Pular para o conteúdo

URGENTE: precisamos falar e tentar identificar a origem de nossas emoções!

No livro “A arte de ser infeliz – desarmando armadilhas emocionais”, o psiquiatra, psicoterapeuta individual e de grupo e escritor Nélio Tombini faz importante alerta: por que existem muitas campanhas institucionais para cuidarmos de nosso corpo e não se fala nos cuidados de nossa “PSIQUE” ou mente?

Sermos letrados, desenvolvidos cultural e intelectualmente, termos MBAs, falarmos várias línguas, sermos ricos, pode não redundar em bem-estar interior e numa vida prazerosa e feliz. Nossa sociedade está inclinada a estes valores mais palpáveis e que costumam nos colocar num patamar de admiração no contexto social. Com certeza, não teremos uma vida afetiva, amorosa satisfatória e plena só calcada em valores externos. É difícil, sem se buscar uma terapia, termos acesso aos meandros da alma ou psique humana. É nesta direção e com o livro que o psiquiatra quer colocar luz para que vocês possam transitar melhor nas teias do emocional. Não percebemos nas organizações, instituições e no poder público uma atenção com o aparelho psíquico. Somente as pessoas com doenças mentais visíveis são cuidadas. Mas, e o resto da população que está paralisada pelos conflitos emocionais e calada? Como cuidar? Em geral, sequer percebemos a força destes impulsos nocivos e inconscientes que determinam o rumo de nossas vidas.

No livro A arte de ser infeliz o psiquiatra Nélio Tombini que usa vídeos no YouTube, seminários e também o livro no seu projeto psicoeducativo, sinaliza o poder do emocional para nos trazer sofrimentos e limitações no cotidiano. Com uma linguagem simples e exemplos práticos, o escritor explica como desenvolver uma intimidade com essa energia vital. O primeiro passo é familiarizar-nos com ela. Essa atenção especial tem um propósito: “abandonar a arte de ser infeliz”.

Olhar para esse processo, segundo o médico, é urgente, quase que uma utilidade pública. A tentativa de não deixarmos o emocional atropelar nossos pensamentos, os sentimentos, as emoções, a fala e as decisões é fundamental para uma vida mais satisfatória e saudável.  Ficar atento, identificar e trabalhar com essas emoções é o que ensina Tombini na obra recém-lançada pela Citadel Editora.

É preciso refletir, estar sempre atento, tentando controlar estas forças ocultas originárias de nosso inconsciente. Se você quer ser intolerante e debitar nos outros suas chateações, em primeiro lugar, observe qual sua responsabilidade na geração destes conflitos do seu dia a dia. Pensamentos e emoções podem nos levar a ações danosas. Se conseguimos analisar as razões que geram irritações,  abatimentos, ansiedades, poderemos impedir estragos em nossas mentes e em nossas relações.

(A arte de ser infeliz, pág 127)

Ou seja, mesmo tendo habilidades para lidarmos com os impulsos da psique, eles sempre estarão lá, prontos para agir ao sinal do menor descuido. O médico compara a inclinação atávica do ser humano para o sofrimento psíquico como um software que se repete dia após dia.  

Já percebemos como é difícil a jornada para quem deseja ter mais intimidade com as suas emoções. O livro pode ser um passaporte para trafegar nos porões do inconsciente e não ficar presos nestas armadilhas emocionais inerentes a vida.

Ficha Técnica
Nome: A arte de ser infeliz
Autor: Nélio Tombini
Editora: Citadel
ISBN-10: 8568014569
ISBN-13: 978-85-68014-56-1
Tamanho: 16×23 cm
Páginas: 256
Preço: R$ 31,90 (e-book) R$ 44,90 (físico)
Link de venda: https://bit.ly/aartedeserinfeliz

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

%d blogueiros gostam disto: