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Eu Já Estive Em “A Arte de GPTear”, de Rodrigo Murta, publicado pela Editora Labrador

Se você ainda não digitou www.openai.com entrou no site e fez uma pergunta, por mais inocente que seja, está perdendo um grande momento que estamos vivendo, tecnologicamente falando. Eu trabalho com comunicação para empresas de tecnologia há mais de 10 anos, sou muito adepta a experimentar tudo o que está ao nosso alcance. Nem todo mundo consegue acreditar que o Chat GPT é um novo marco nas nossas vidas, mas assim como Rodrigo Murta, eu acredito que é um novo marco, sim.

Mas o que é o Chat GPT? Você pode buscar na internet para ficar por dentro e já selecionar “A Arte de GPTear – Conversando com os Robôs”, de Rodrigo Murta como próxima leitura. Publicado pela Editora Labrador, o livro traz prefácio de Albert Einstein. Sim, isso mesmo! Escrito justamente usando a inteligência artificial para criar conteúdo. Mas, calma! Apesar de 70% do conteúdo ser escrito no ChatGPT, tem um porquê disso. O autor divide os capítulos nos mais diversos temas que podemos usar para adquirir conhecimento com a ferramenta e mostra como podemos fazer isso. Todo o tempo você vai saber o que está sendo escrito pelo autor, o que está sendo escrito pela inteligência artificial e aí destacamos também o belo trabalho de diagramação da Editora Labrador.

Conversas do dia a dia, turísticas, filosóficas, políticas, quânticas, algorítmicas, criativas, automotivas, gastronômicas, corporativas, neurocientíficas, mnemônicas, sexo, polêmicas, sobre educação e sobre o futuro foram as escolhas do autor para mostrar para o leitor um pouco de como o ChatGPT pode ser usado. E a todo o momento Rodrigo Murta enfatiza algo que temos lido /ouvido constantemente desde que essa tecnologia está em uso: já foi a vez daqueles que sabem responder. Ganha vez agora quem sabe perguntar? E pode acreditar, é uma mudança de paradigmas porque usando a ferramenta é possível perceber o quanto fazer a pergunta certeira é fundamental para receber um bom conteúdo. E, vale pensar sobre porque as profissões do futuro já se programam para isso, saber perguntar.

Pensando justamente em quem não está familiarizado com todo o assunto, o autor traz uma série de notas explicando mais sobre todo o contexto tecnológico, um exemplo, a sigla LLM – Large Language Model. Vale destacar que o autor usa as duas versões disponíveis da ferramenta até o momento, a versão 3.5, gratuita, e a versão 4.0, mais atualizada e hoje disponível apenas mediante mensalidade de 20 dólares. Vamos a alguns trechos do livro para conhecimento:

“As redes neurais artificiais são um conceito antigo, inventado na década de 1940, mas que ficou no campo retórico por não se ter, na época, o poder computacional para aplicá-las no dia a dia.”

“… para se tirar o máximo valor da tecnologia, principalmente para perguntas mais complexas, ou quando você quer mais variações de respostas, dificilmente a melhor resposta será a primeira.”

“Se você acredita em tudo o que lê, melhor não ler.”

“… têm o poder de transformar os serviços de suporte ao cliente, levando a uma experiência muito mais fluida e sem fricção para o usuário.”

“A linguagem Markdown foi criada com o objetivo de tornar mais fácil a escrita de textos para a web, permitindo que os usuários criem conteúdos com formatação simples…”

“… é importante ser claro e específico na interação. Isso evita mal-entendidos e respostas genéricas.”

“Como boa parte do conhecimento da humanidade está a uma pergunta de distância, saber fazer bons questionamentos passa a ser mais relevante do que saber dar boas respostas.”

“Recrutadores: a IA pode automatizar parte do processo de triagem e seleção de candidatos, o que pode afetar a demanda por recrutadores.”

“Cada sessão é independente e, a cada novo diálogo, ele não sabe o que foi conversado no papo anterior.”

“… acredito que transformar a educação de menos responditiva para mais perguntativa seja o futuro, dado que saber fazer boas perguntas e saber criar as respostas será o mais importante diferencial.”

Sinopse: Vivemos um momento singular na história da humanidade, em que nossa interação com as máquinas passa por uma profunda metamorfose. De acordo com a renomada futuróloga Amy Webb, a habilidade de se comunicar com a Inteligência Artificial se tornará tão crucial quanto ler, escrever ou utilizar uma calculadora. Diante desse cenário, muitos se perguntam: o que realmente está acontecendo? Estamos preparados para essa mudança? Como extrair o melhor que a Inteligência Artificial tem a oferecer? Quais são as verdadeiras ameaças à humanidade e como podemos aproveitar ao máximo essa inovação? Em Conversando com robôs, desvendamos os avanços mais recentes no campo da tecnologia conversacional e compartilhamos dicas práticas para integrá-los ao nosso cotidiano. Este livro, de leitura ágil e aplicação imediata, aborda os mais variados temas da vida moderna. Esperamos que, ao explorar estas páginas, você aprecie nossas interações com os robôs e, assim, desenvolva uma compreensão mais aprofundada das oportunidades e desafios que a Inteligência Artificial apresenta. Ao final desta jornada, nosso objetivo é que você se sinta mais confiante e bem-informado para enfrentar os desafios e aproveitar as vantagens que a era da Inteligência Artificial traz consigo, transformando seu dia a dia e contribuindo para um futuro mais promissor e colaborativo entre humanos e máquinas.

Sobre o autor: Graduado em Física e mestre em Mecânica Quântica, Rodrigo Murta possui vasta experiência no setor empresarial, no qual atuou nas áreas de Transporte, Educação e Varejo, sempre estabelecendo conexões com a tecnologia. Com quase uma década de trabalho com Inteligência Artificial, é cofundador e CEO da Looqbox, uma startup inovadora que facilita a busca de informações dentro das organizações por meio da utilização de linguagem natural.

“A Arte de GPTear – Conversando com Robôs”, escrito por Rodrigo Murta e publicado pela editora Labrador, está disponível nas livrarias de todo o Brasil e nas plataformas de e-commerce. Com 224 páginas, na Amazon, custa R$66,54 no formato físico e R$59,90 no formato digital.

Janaína Leme

@eujaestiveem

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