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Livro inédito alia psicologia e direito para amparar mães enlutadas e propor avanços na legislação: Reescrevendo lutos

A perda de um filho para a violência — seja ela obstétrica, de gênero, urbana, médica ou decorrente de tragédias anunciadas e do suicídio — é uma dor que rompe a estrutura da vida. O livro Reescrevendo lutos – Uma nova perspectiva de amparo e justiça (Summus Editorial, 184 p., R$ 85,30), nasce da urgência de escutar essa dor e transformá-la em ação, memória e reparação. Organizado pela psicóloga Márcia Noleto, a obra traz capítulos escritos por quem lidou com os infortúnios enquanto ressignificava as vivências impostas.

Em uma iniciativa pioneira que uniu o Conselho Federal de Psicologia, a Ordem dos Advogados do Brasil e uma equipe multidisciplinar de psicólogas, advogadas, jornalistas, assistentes sociais e filósofos, a obra dá voz à participação ativa e visceral de 13 mães enlutadas. Ao contar suas histórias, elas desenham a cartografia dos impactos psíquicos e jurídicos dessas perdas no cotidiano do país. Assim, o livro cruza de forma inédita o acolhimento clínico e o rigor jurídico, analisando a legislação existente e apontando novos caminhos legislativos para cada cenário.

Leitura indispensável e contundente para profissionais e estudantes de psicologia, direito, serviço social, sociologia e jornalismo, bem como para legisladores, formuladores de políticas públicas e, acima de tudo, mães e famílias que buscam no amparo e na justiça um sentido para continuar.

“Este não é um livro sobre perdas, mas sobre como lidar com elas da melhor forma possível. Sim, trata-se de um conhecimento útil que faz toda diferença para seguir em frente. Como não é possível blindar a ocorrência de sucessivas perdas (especialmente a dos entes queridos), o que nos resta é descobrir um caminho que faça sentido e nos ajude a lidar com o vazio que fica, a saudade dilacerante, o cinza que apareceu no lugar do azul. Não há atalhos que encurtem essa jornada solitária, mas a dinâmica do luto — quando bem compreendida — oferece algo precioso que merece muita atenção: esperança em dias melhores. (…)” – da orelha do livro, escrita pelo jornalista André Trigueiro.

A organizadora

Márcia Noleto é psicóloga clínica. Graduada em Comunicação Social e Jornalismo (Faculdades Integradas Hélio Alonso), e em História e Literatura Francesa (Universidade Nancy II — França). Doutoranda e mestra em Filosofia pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj). Especialista em Psicologia Clínica Fenomenológico‑hermenêutica pela Universidade Santa Úrsula (USU). Formação teórico‑prática em psicoterapia no Instituto de Psicologia Fenomenologia Existencial do Rio de Janeiro (Ifen). Pesquisadora no Laboratório de Fenomenologia e Estudos em Psicologia Existencial (Lafepe/ Uerj). Formada em intervenção avançada em luto, perdas e traumas pela Fundação Elisabeth Kübler‑Ross e Instituto Quatro Estações. Atua em pesquisa, supervisão e docência como professora do Núcleo de Clínica Ampliada Fenomenológica Existencial (Nucafe). Autora de artigos científicos e da Cartilha jurídica do luto (FGV) e de Luto materno (Via Veritas). Coautora de Revés de um parto(Summus) e de Lutos (Summus). Fundadora e coordenadora acadêmica da C‑FEN: Clínica e Cursos em Fenomenologia e do Grupo Mães Semnome: rede de apoio a mães enlutadas/C-FEN.

Título: Reescrevendo lutos – Uma nova perspectiva de amparo e justiça 

Organizadora: Márcia Noleto

Selo: Summus Editorial

Preço: R$ 85,30 (e-book – R$ 51,20)

Páginas: 184 (17 x 24 cm)

ISBN: 978-65-5549-208-8

Atendimento ao consumidor: (11) 3865-9890

Site: www.gruposummus.com.br

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