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Eu Já Estive Em “Pedro Cardoso Eu#mesmo Em Busca de Um Diálogo Contra o Fascismo Brasileiro”

Foi indo ao Teatro ver a estreia da peça “As Sombras de Outros”, de Pedro Cardoso, que descobri o livro “Pedro Cardoso Eu#mesmo Em Busca de Um Diálogo Contra o Fascismo Brasileiro”. A obra estava sendo lançada no dia de estreia do espetáculo lá no Morumbi Shopping.

Como jornalista e curiosa, voltei com o livro para casa para ver qual era. Até então não tinha a noção que Pedro Cardoso era tão engajado politicamente e há pontos interessantes no seu modo de pensar, como esses listados abaixo:

  • o país é regido pelas leis e não pela vontade de uns ou de outros;
  • a opressão do masculino sobre o feminino está presente em tudo; a oposição a ela se chama feminismo;
  • fanatismos políticos, apoiados na fé ou em ideologias, erguem-se sobre pessoas destruídas;
  • que lideranças sejam sempre transitórias, específicas e pontuais. E que ninguém se apegue a cargos e títulos;
  • colocarem a ignorância no poder é uma tática das elites econômicas para mais facilmente controlarem o Estado;
  • enquanto a política for um bom negócios, continuará atraindo os medíocres e gananciosos bandidos que atrai hoje;
  • devemos ensinar democracia aos nossos políticos, mas para fazê-lo, temos que cultivá-la em nos primeiro;
  • escolher alguém não é o mesmo que desacreditar dos outros.

Para quem não sabe “Pedro Cardoso Eu#mesmo Em Busca de Um Diálogo Contra o Facismo Brasileiro” é baseado nos posts que o artista fez no Instagram, a forma que ele encontrou de ampliar a discussão sobre os assuntos para mais pessoas além daquelas que as seguem na rede. Aqui pelo menos deu certo porque eu não seguia ele antes e passei a seguir 🙂

E aproveitando seus posts, Pedro Cardoso também deixa muitas dicas do que já experimentou, leu, viu, entre elas, algumas citadas abaixo:

  • Documentário Minimalism;
  • Filme The Post, de Spielberg;
  • Livro A Classe Média no Espelho, de Jessé Souza;
  • Livro História do Povo na Revolução Portuguesa, de Raquel Varela;
  • Livro El Otoño del Patriarca, de Gabriel Garcia Márquez;
  • Livro Orixás, de Pierre Fatumbi Verger;
  • Livro Caros Fanaticos, de Amós Oz;
  • Livro Brasil Nunca Mais, por Dom Paulo Evaristo Arns;
  • Livro Winnicott: os bebês e suas mães;
  • Restaurante .Org, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (vegetariano);
  • Livro Ecologia, Mundialização e Espiritualidade, de Leonardo Boff;
  • O Livro dos Títulos, de Pedro Cardoso;
  • Livro Roots, biografia de Malcom X;
  • Filme O Baile, de Ettore Scola;
  • Livro Terra Sonâmbula, de Mia Couto;
  • Livro A Sociedade dos Sonhadores Involuntários, de José Eduardo Agualusa;
  • Livro Jerusalém, de Mia Couto;
  • Livro Autoimperialismo, de BeNjamin Moser;
  • Livro A Língua de Eulália, de Marcos Bagno;
  • Livro E Se Obama Fosse Africano, de Mia Couto;
  • Livro 1984, de George Orwell
  • Livro Peresópolis, de Mariana Strapi.

Janaína Leme

@eujaestiveem

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