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Festival de Humor do Teatro Procópio Ferreira prossegue com Fabiano Cambota, Nany People e Cris Pereira

Teatro Procópio Ferreira promove atualmente o Festival de Humor do Teatro Procópio Ferreira, uma série de stand-ups que marcam a fase de retomada presencial das atividades no espaço. As apresentações acontecem sextas e sábados, 21h; e domingos, 19h. Para a mostra, foram convidados grandes artistas do gênero de diversos segmentos do humor.
 
Os humoristas convidados para o Festival são Maurício Dollenz, Emerson Ceará, Bruno Motta, Lucas Salles, Rominho Braga, Osmar Campbell, Fabiano Cambota, Nany People, Cris Pereira, Rafael Cortez, Rogério Morgado, Victor Sarro, Oscar Filho, Nando Viana, Robson Nunes, Micheli Machado, Michel Mattos (com os convidados Nil Agra e Raphael Ghanen),  Sr. e Sra. Maloka, Thiago Ventura, Santiago Mello, Luca Mendes, Leo Ferreira, Victor Ahmar, Leo Lins, Murilo Couto e Matheus Ceará.
 
Segundo Marco Griesi, diretor artístico do Teatro Procópio Ferreira, a retomada presencial se dá por meio de um Festival de Humor para garantir um recomeço positivo neste período. “Estamos há sete meses em casa e nós, artistas e produtores culturais, temos uma grande responsabilidade com a segurança do público”, reforça.
 
Durante essa fase, o teatro está cumprindo todos os protocolos de segurança requisitados, como a redução de público por sessão, tapetes sanitizantes, indicação de distanciamento no piso, equipe para controle de temperatura na entrada, profissionais trabalhando com máscaras, sanitização de todos os ambientes, manutenção e trocas de filtros de ar condicionado, totens de álcool em gel e controle de entrada e saída nos banheiros para que se respeite o distanciamento e quantidade segura de usuários.
 
Além do Festival de Humor, o Teatro Procópio Ferreira se preparar para trazer nos próximos meses comédias, grandes musicais, dramas, stand-ups e shows – uma novidade na grade do espaço. “Nosso setor foi o último a ser retomado. Trazer o Festival de Humor neste momento é um impulso cultural de resistência”, finaliza o diretor artístico.
 
Ficha Técnica e serviço
 
13/11, sexta-feira, 21h
Fabiano Cambota – De: Cambota Para: Fabiano
Ingressos: R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia)
 
Após rodar o Brasil com o aclamado espetáculo Viver Envelhece, Cambota dialoga com seu passado adolescente no novo show De: Cambota Para: Fabiano. Além de veterano na comédia stand-up, o apresentador do fenômeno televisivo A Culpa é do Cabral apresenta novas passagens hilárias da sua vida, fazendo um paralelo com o passado distante e pouco promissor. A consagrada habilidade em fazer comédia de maneira simples fica ainda mais clara neste quinto show solo do humorista que, desde os primórdios, como vocalista da banda Pedra Letícia, agrega espectadores de todas as idades e tribos.
 
Classificação: 14 anos
Duração: 80 minutos
 
14/11, sábado, 21h
Nany People – TsuNANY
Ingressos: R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia)
 
TsuNANY é um solo stand-up idealizado por Nany People. O show relata de maneira divertida os diversos “malsucedidos hábitos” da vida moderna, como a cirurgia plástica sem limites, os exercícios físicos em excesso, os hábitos alimentares desregrados, o uso indiscriminado e, muitas vezes, indevido de celulares e, consequentemente, os hábitos sobre os relacionamentos sociais, afetivos e sexuais. Nesse solo, a atriz apresenta uma personagem que traz o comportamento de uma relatora social que expõe assuntos sobre os diversos temas e permite ao espectador se tornar um observador de si mesmo e, é claro, mantendo a linha espontânea e a intensa interação com o público.
 
Classificação: 14 anos
Duração: 80 minutos
 
15/11, domingo, 19h
Cris Pereira – Stand Up Bagual do Gaudêncio
Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)
 
Cris Pereira interpreta neste espetáculo um dos seus personagens mais queridos e famosos na internet: Gaudêncio, o bagual contador de histórias. Gaudêncio é um legítimo habitante do campo, figura típica do Rio Grande do Sul. Mais grosso que dedo destroncado, e com a paciência mais curta que chute de porco. No Stand Up Bagual do Gaudêncio, Cris Pereira entrega ao público uma apresentação que remete aos modelos mais antigos do humor de salão. Um espetáculo fundamentado em piadas e histórias que fazem com que o público se identifique com o personagem, ao lembrar de parentes, amigos e conhecidos.
 
Classificação: 14 anos
Duração: 70 minutos
 
20/11, sexta-feira, 21h
Rafael Cortez – Antivírus, o show
Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)
 
Antivírus, o show é o primeiro stand-up do Brasil a abordar somente aspectos curiosos e divertidos da quarentena. Ele nasceu em formato também inédito no país: Cortez testou novas piadas em lives durante a pandemia direto de casa, sem plateia, e medindo a eficácia dos textos e sugestões através de comentários dos seguidores. Com 12 anos de estrada como comediante stand-up, Rafael Cortez já se apresentou com dois solos de humor por todo o território nacional e também por cidades do México, EUA e Japão. Foram mais de 500 solos e centenas de canjas nos mais variados festivais de humor e comedy-clubs de todo o país. O novo solo ganhou o nome de Antivírus, o show justamente para reforçar a ideia de que a comedia pode e deve funcionar como um antídoto em um momento tão delicado como o que vivemos.
 
Classificação: 14 anos
Duração: 70 minutos
 
21/11, sábado, 21h
Rogério Morgado – StandUp
Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)
 
Formado radialista pela Universidade Metodista de São Paulo, iniciou sua carreira no humor em 2002 na extinta UNITV, como locutor e imitador. No início de 2007, dedicou-se a fazer Stand-Up Comedy, tendo contato direto com o Clube da Comédia e se apresentando inicialmente em uma noite de Open Mic como convidado do show Comédia Ao Vivo a convite de Danilo Gentili.
 
A partir daí foi convidado para outros shows de São Paulo até se juntar com outros comediantes e estrear em agosto do mesmo ano As Comédias de Todos Nós, que se tornaria no ano seguinte o “Confraria da Comédia” no bar Mr. Blues fazendo também em paralelo o show Comédia na Cara. Em 2009 entrou pela o elenco de “A Divina Comédia Stand Up”. Sua apresentação no Festival de Humor do Teatro Procópio Ferreira terá participação de convidados surpresas.
 
Classificação: 14 anos
Duração: 70 minutos
 
22/11, domingo, 19h
Victor Sarro – Sempre Errando
Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)
 
Victor Sarro nasceu em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, em 1988, mas passou a infância e a adolescência na capital paulista. Interessado na carreira artística, participou de um concurso na internet e tempos depois foi chamado por Fábio Porchat para participar do grupo Comédia em Pé, o primeiro de stand-up do Brasil. Isso começou a abrir novas portas. Já foi premiado como o “mais novo talento do humor do Brasil” no evento Risadaria e hoje atua como comediante, roteirista, ator e apresentador.
 
Na TV Globo, foi redator e integrante do elenco do Esquenta, roteirista e comediante do Altas Horas, repórter e redator do Encontro com Fátima Bernardes e trabalhou em roteiros do Vídeo Show. Na Record, foi roteirista do Programa do Porchat e participou da quinta temporada do Dancing Brasil, junto com a dançarina Bruna Bays, mas foi eliminado na semifinal. Está escalado para apresentar conteúdos digitais do programa A Fazenda em 2020. Na Band, foi repórter do Band Folia em 2018. Na TV a cabo, apresentou os programas Queimando a Roda e Fritada, no Multishow. Em seguida, colaborou no Anitta Entrou no Grupo. Nas plataformas digitais, veicula vídeos curtos e engraçados, em quadros como Papo de Macho e Central de Cancelamento da Quarentena. Vitor também percorre o Brasil com a turma do Risadaria.
 
Classificação: 14 anos
Duração: 60 minutos
 
27/11, sexta-feira, 21h
Oscar Filho – Alto Biografia não Autorizada
Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)
 
O show, que já na abertura conta com a narração marcante e hilária de Cid Moreira, revela as desventuras vivida pelo humorista desde seu nascimento, em Atibaia, até o dia em que descobriu o intrigante significado da palavra “Aserehe ra de re de hebe tu de hebere seibiunouba mahabi an de bugui an de buididipi”, imortalizado na música Ragatanga do grupo Rouge.
 
Os textos são baseados no livro, quase homônimo, escrito e lançado pelo humorista em 2014: Autobiografia não Autorizada. Assim como o leitor, o espectador não deve esperar nenhum ensinamento sobre a vida, e nem tentar aprender alguma lição com o caminho percorrido por Oscar Filho, desde o seu nascimento até receber o convite para apresentar o Programa da Maisa ao lado da apresentadora de mesmo nome. “Não leve o show à sério. Você não irá se emocionar, apenas rir. Se bem que felicidade é uma emoção também, né?”, diz Oscar.
 
Classificação: 14 anos
Duração: 60 minutos
 
28/11, sábado, 21h
Nando Viana – Aperta o cinto que a viagem vai ser longa
Ingressos: R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia)
 
Aperta o cinto que a viagem vai ser longa é o terceiro show solo na carreira do comediante. Depois de Da turma do fundão desde 1981 e A vida não tá nem aí pro teu planejamento, chega aos palcos o novo resumo da vida desse gaúcho, que, com mais de 10 anos de carreira, promete continuar entregando as histórias mais engraçadas que acontecem com ele em seu cotidiano. O apanhado vai desde o nascimento inesperado de seu filho até sua participação no  elenco e como roteirista do fenômeno de audiência A Culpa é do Cabral, hoje um programa de TV que apresenta com seus amigos comediantes Fabiano Cambota, Thiago Ventura, Rafael Portugal e Rodrigo Marques, no canal a cabo Comedy Central. Nando passa, ainda, por momentos engraçados que falam de seus medos da velhice e sobre as “brisas” mais loucas que já passaram por sua cabeça em seus momentos de reflexão.
 
Classificação: 16 anos
Duração: 60 minutos
 
29/11, domingo, 19h
Robson Nunes e Micheli Machado – Roupa Suja se Lava no Palco
Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia)
 
Pela primeira vez juntos em cena num palco de teatro, o casal que divide a vida a 16 anos, aborda o tema ‘relacionamento’, hora sob a visão masculina, hora sob a feminina. Com uma hora de duração, o espetáculo, com texto de própria autoria, expõe de forma bem humorada os problemas da vida a dois, e para isso utiliza o stand up comedy como linguagem, mas a obra conta ainda com uma cena improvisada para fechar com chave de ouro. O casal faz uma D.R com frases escritas pelo público. “Essa é a cereja do bolo!”, afirma Micheli. Cada apresentação acaba tendo um final diferente e surpreendente, arrancando risos inclusive do casal de atores.
 
Classificação: Livre
Duração: 70 minutos
 

 

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