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Eduardo Spohr estreia no romance histórico com trama inspirada em São Jorge

Depois de cinco anos sem apresentar um livro inédito para seus leitores, Eduardo Spohr  lança seu primeiro romance histórico. Santo Guerreiro: Roma invicta chega às livrarias como um fenômeno que em apenas 48 horas na pré-venda na Aamazon alcançou o topo da lista de mais vendidos. Durante a pandemia do coronavírus, Spohr atingiu a marca de um milhão de livros vendidos. Com base em cartas, documentos e vestígios históricos, o novo livro apresenta uma versão repleta de batalhas sobre a vida de Gergios, o soldado romano eternizado e admirado em todo o planeta como São Jorge. Trata-se de uma obra de ficção, que não pretende desafiar doutrinas ou dogmas, mas lançar luz sobre esse personagem que, seja real ou simbólico, é tão querido e admirado por milhares de fiéis em todo o planeta.

A história começa descrevendo o confronto que deu fim ao Império de Palmira, um dos territórios que se rebelaram contra o poderio romano. Condecorado pelo imperador, após ter uma participação significativa no episódio, Laios – futuro pai de Georgios – é enviado a Lida, onde hoje é Israel. O Santo guerreiro nasce no local três anos depois, mas não passa a vida toda ali. Aos 14 anos, quando seus pais são mortos, ele parte para Nicomédia, capital do Império, para tentar uma audiência com o imperador Diocleciano. Lá, São Jorge se alista na Escola de Oficiais do Leste e se torna cavaleiro.

Revelando o Império Romano do terceiro século, sob um prisma histórico e distante dos mitos, Eduardo Spohr exibe em Santo guerreiro: Roma invicta (Verus Editora) um cenário marcado por invasões bárbaras, confrontos religiosos e insurreições militares. E foi lá que, segundo fontes, São Jorge, um dos santos mais populares do mundo, adorado por católicos, ortodoxos, anglicanos e devotos das religiões de matriz africana, viveu e foi executado após repudiar os deuses pagãos.

O primeiro capítulo de “Santo Guerreiro: Roma Invicta” descreve a batalha de Emesa, o épico confronto que marcou o fim do Império de Palmira. Dentro do contexto da Crise do Terceiro Século, o Império de Palmira era um dos territórios que se rebelaram contra o poderio romano. Um príncipe árabe chamado Odenato tomou o controle da Síria, obrigando as legiões a se mover contra ele. Odenato morreu no curso da campanha e a rainha Zenóbia, sua esposa, assumiu seu lugar, liderando as tropas e comandando o exército.

Laios, o futuro pai de Georgios, cavaleiro e tribuno militar, tem participação de destaque nesse evento. Condecorado pelo imperador, ele é enviado a Lida, uma pequena cidade na Palestina (hoje Israel). Os capítulos em Lida servem, dentre outras coisas, para mostrar como era o cotidiano de patrícios, plebeus e escravos nas províncias orientais. Georgios nasce em Lida três anos após a queda de Palmira.

“Há alguma controvérsia acerca do seu local de nascimento. Muitos sustentam que ele é originário da Capadócia, mas eu preferi seguir as fontes históricas mais robustas (ainda que não haja comprovação histórica da existência do santo). No clássico “Declínio e Queda do Império Romano”, Edward Gibbon defende a tese de que São Jorge é mesmo natural de Lida e que sua figura por vezes é confundida com Jorge da Capadócia, um bispo que viveu no século IV, chamado também de Jorge de Laodiceia”, pontua Spohr.

Santo guerreiro: Roma invicta
Eduardo Spohr 616 pág. | R$ 54,90  
Ed. Verus | Grupo Editorial Record

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