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Billy Bond reestreia A BELA E A FERA – O MUSICAL dia 9 de janeiro no Teatro Bradesco

Com coreografias adaptadas ao protocolo de ações contra a Covid-19, atores com máscara e a realidade do cotidiano da pandemia inserida no espetáculo, tanto na encenação como no texto, o clássico musical A BELA E A FERA reestreia dia 9 de janeiro de 2021, sábado, em duas sessões – 15h30 e 19h30 – no Teatro Bradesco. Responsável pela direção geral e adaptação, Billy Bond tratou de incluir, em algumas cenas, de forma sutil, marcações ressaltando a importância do uso do álcool gel e do distanciamento social.  

O Teatro Bradesco se adaptou ao novo momento e reduzirá sua lotação em conformidade com orientações dos governos municipal e estadual de São Paulo, que originalmente é de 1.459 lugares para 580 pessoas por sessão. A sanitização é feita por uma empresa credenciada e especializada, com produtos específicos sugeridos nos protocolos das autoridades antes dos espetáculos. O protocolo do teatro prevê lugares especialmente reservados para famílias sentarem juntas de forma segura. Serão realizadas sessões acessíveis com Libras dia 10 às 15h e dia 16 às 15h30.

Após encantar quase um milhão de espectadores em cidades do Brasil, Argentina, Chile e Peru, o musical produzido pela Black and Red volta ao mesmo teatro em que estava sendo apresentado em março deste ano, quando tudo parou por conta do coronavírus. Com 14 atores interpretando 40 personagens, 16 pessoas no corpo de baile e orquestra ao vivo, o musical tem mais de 180 figurinos e quatro cenários principais. Em A Bela e A Fera, em média, 48 profissionais trabalham durante a sessão – do maquiador à produtora, passando por técnicos, atores e bilheteiros.

A produção utiliza efeitos especiais e de iluminação, recursos de gelo seco, equipamentos que fazem a plateia ter a sensação de fazer parte do espetáculo. Entre os truques, os destaques são a levitação e o vôo de um fantasma, num recurso ilusionista. O 4D, efeito inovador no palco, aproxima ainda mais os espectadores do universo mágico de A Bela e A Fera.  “O público sente o cheiro das rosas, da chuva, sente o vento, a neve e muitas outras sensações que fazem parte da história”, relata o diretor Billy Bond. Billy revela que a partir dos anos 2000 sedimentou seu formato de encenar espetáculos musicais com total liberdade de criação. Italiano naturalizado argentino, o aclamado diretor é também responsável pela encenação de Mágico de Oz, Natal Mágico, Peter Pan, Cinderella e Os Miseráveis, entre outros.

A peça conta a história de Bela, uma jovem inteligente que vive em uma pequena aldeia, mas é considerada estranha pelos moradores locais. Seu pai, Marcel, um ex-comerciante que perdeu toda sua fortuna, resolver virar em um inventor considerado louco por todos da cidade. Bela é cortejada por Gastón, desastrado galã que pretende se casar com ela. Mesmo sendo considerado bonito por todas as jovens do lugarejo, a jovem não o suporta, pois vê nele uma pessoa primitiva e horrorosa. Quando seu pai é ameaçado covardemente de perder sua casa para Gastón, ela foge para impedi-lo de alcançar seu propósito. Bela se perde nos bosques durante uma tormenta e, para fugir da perseguição dos lobos, procura abrigo em um castelo. Lá, torna-se prisioneira da Fera, o senhor do castelo, que na verdade é um príncipe que foi amaldiçoado por uma feiticeira, quando negou abrigo a ela. Os moradores do castelo também foram transformados em objetos falantes, e sentem que o encontro pode ser a chance do feitiço ser quebrado, o que só acontecerá se a Fera amar alguém e tiver o amor retribuído. Mas tudo precisa acontecer rápido, pois quando a última pétala de uma rosa encantada cair, o feitiço não poderá ser mais ser desfeito.

O diretor estimula os jovens e crianças a refletir, assim como Madame Jeanne (autora do conto), que se preocupava com a essência do ser humano e queria que os jovens aprendessem a ouvir seus corações. “Não é fácil fazer espetáculos para a família, pois temos que agradar a todos. As mais difíceis de agradar são as crianças, que são perceptivas e diretas. A história tem que ser contada com muita agilidade e surpreender a cada momento. A música e a dança devem acontecer em sincronia total e os figurinos devem ser impecáveis. Tudo isso somado a uma boa adaptação são os requisitos básicos para uma superprodução musical”, completa Billy, sempre rigoroso em seus trabalhos.

FICHA TÉCNICA

Direção geral e adaptação de texto: Billy Bond. Direção de dramaturgia: Marcio Yacoff. Arranjos e direção musical: Vila/Bond. Coreografia: Italo Rodrigues. Cenografia: Paul Veskasky Cyrus Oficinas. Direção técnica: Angelo Meirelles. Direção geral de produção: Andrea Oliveira. Assessoria de Imprensa – Arteplural.

Lei Federal de Incentivo à Cultura 

Patrocínio: Cielo, Companhia Nacional do Álcool

Realização: Black & Red, Campo da Produção, Secretaria Especial da Cultura, Ministério da Cidadania, Governo Federal – Pátria Amada Brasil.

SERVIÇO

A BELA E A FERA – O MUSICAL.  Reestreia dia 9 de janeiro, sábado, em duas sessões – 15h30 e 19h30. Classificação: livre. Duração: 90 minutos. Formato: musical. Capacidade: 580 lugares. Acesso para pessoas com deficiência. Teatro Bradesco (Rua Palestra Itália, 500 / 3º piso – Bourbon Shopping São Paulo).  www.teatrobradesco.com.br

SESSÕES – Dias 9, 10, 16, 17, 23 e 24 de janeiro de 2021.

Os horários são 15h30 e 19h30 aos sábados e 15h e 19h aos domingos. 

Dia 9/01: às 15h30 e 19h30

Dia 10/01: às 15h e 19h

Dia 16/01: às 15h30 e 19h30

Dia 17/01: às 15h e 19h

Dia 23/01: às 15h30

Dia 24/01: às 15h

INGRESSOS

Camarote: R$ 160,00. Camarote Popular: R$ 74,00.

Plateia: R$ 160,00. Plateia Popular: R$ 74,00.

Plateia Superior: R$ 140,00. Plateia Superior Popular: R$ 74,00.

Balcão Nobre: R$ 80,00. Balcão Nobre Popular: R$ 74,00.

Frisa VIP: R$ 80,00. Frisa VIP Popular: R$ 74,00. Frisa: R$ 70,00.

Confira algumas das medidas de monitoramento, higiene, sanitização, distanciamento e comunicação adotadas:

– sinalizações e demarcações no chão, informando o distanciamento correto; medição de temperatura; orientação do público sobre chegada antecipada e saída escalonada para sessões com a finalidade de evitar aglomerações; álcool em gel disponível em todo interior do teatro; higienização dos espaços internos de forma mais frequente e intensa antes, durante e após as sessões; espaçamento entre assentos e setores para garantir distanciamento seguro entre o público; uso de equipamentos individuais de proteção pelos profissionais que estarão trabalhando; uso obrigatório de máscaras faciais para todos que estiverem dentro do teatro.

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