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Eu Já Estive Em “Percy Jackson – O Mar de Monstros”

Seguindo a leitura da saga de Percy Jackson, consegui colocar entre os lidos dos últimos meses o livro dois – O Mar de Monstros. Entendo que é a continuação da história e para dar vida a Percy e seus amigos, novas aventuras a serem desbravadas precisam rolar, né?


Como diz a sinopse, o ano de Percy Jackson foi surpreendente calmo. Nenhum monstro colocou os pés na escola, nenhum acidente esquisito aconteceu e nenhuma briga em sala de aula. Até que rola um inocente jogo de queimada entre ele e seus colegas e isso se torna uma disputa mortal contra uma tenebrosa gangue de gigantes canibais, dando assim um pouco mais de aventura de volta a vida de Percy.


Sua amiga Annabeth ressurge em sua vida e traz más notícias: as fronteiras mágicas que protegiam o acampamento Meio-Sangue foram envenenadas e precisam da ajuda dos amigos para encontrar um antídoto antes que o porto seguro dos semideuses seja destruído.


E, sendo assim, Percy Jackson e seus amigos se aventurarão pelo Mar de Monstros, além de continuar a se questionar se ser filho de Poseidon é uma honra ou uma terrível maldição.


Entre os pontos que me chamaram a atenção no livro estão: a menção ao livro “O senhor das moscas”, lidos por eles em uma aula de inglês, a existência da Névoa que disfarça os olhos dos mortais a verdadeira aparência dos deuses e dos monstros e assim tendem a ver apenas o que conseguem compreender.

Aprendi que os ciclopes operam as forjas dos deuses e são imunes ao fogo, que a pele do carneiro se chama Velocino e se o carneiro tem lã de ouro cria-se o Velocino de Ouro que é capaz de revitalizar qualquer terra onde for colocado.


Também descobri que assim como em muito filmes e livros de piratas, o Mar dos Monstros está onde: no Triângulo das Bermudas. Aprendi sobre o mito de Andrômeda, que fora acorrentada a uma rocha por seus próprios pais como sacrifício a um monstro marinho e Perseu a salvará no último momento. Ele transformou o monstro marinho em pedra com a cabeça de Medusa.


Conheci as mulheres dragão, as Dracanae da Cíntia, fêmeas humanóides com caudas duplas de serpente no lugar das pernas, que as cabeças de Hidra só param de se multiplicarem se forem queimadas, e adorei a lembrança a Miami quando li a frase: quase tudo o que é esquisito é trazido para o mar de Miami.


Dessa vez são 20 capítulos e 286 páginas. O próximo, o livro três, será “A Maldição de Titãs”. Publicado pela Editora Intrínseca.

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