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Com Seu Jorge, “Pixinguinha – Um Homem Carinhoso” estreia nos cinemas

“Pixinguinha – Um Homem Carinhoso” retrata as antológicas performances do músico no início de sua carreira aos 14 anos, a temporada de seis meses em Paris em 1922 com o grupo musical “Oito Batutas”, as inspirações do ambiente familiar e dos amigos e músicos contemporâneos para a composição de suas obras-primas. Aborda também a história de amor entre ele e Albertina Nunes Pereira, a Betí, sua esposa e grande companheira de vida, interpretada por Taís Araujo. Milton Gonçalves, Danilo Ferreira, Agatha Moreira, Klebber Toledo e Tuca Andrada completam o elenco.

Carlos Moletta assina a produção e a curadoria musical do longa, que conta com 44 músicas em sua trilha sonora, desenvolvidas a partir da mixagem de fonogramas originais com instrumentos adicionais, dando origem a versões modernas de clássicos como “Carinhoso”, “Rosa”, “Urubu Malandro” e “Taí”, sucesso gravado por Carmen Miranda, quando ela tinha 20 anos. O maestro Cristóvão Bastos assina os arranjos e a direção musical do filme.

“Pixinguinha – Um Homem Carinhoso” é produzido pela Ipê Artes e coproduzido pela Globo Filmes, Globoplay, Telecine, Canal Brasil e RioFilme, com distribuição da Downtown Filmes. 

ELENCO PRINCIPAL | PERSONAGENS

Seu Jorge – Pixinguinha

Taís Araujo – Betí

Milton Gonçalves – Alfredo da Rocha Vianna 

Danilo Ferreira – Pixinguinha jovem

Agatha Moreira – Gabi

Klebber Toledo – Arnaldo Guinle Tuca Andrada – Almirante

SINOPSE

Longa-metragem de ficção sobre vida e obra de Alfredo da Rocha Vianna Filho (1897-1973), o Pixinguinha, pai da MPB. Gênio incompreendido e muito à frente de seu tempo, só teve sua importância reconhecida muitos anos depois. A vida do famoso músico, menino negro de classe média baixa, é contada desde suas primeiras performances antológicas na flauta; a composição de suas muitas obras-primas, entre as quais “Carinhoso”, o verdadeiro hino popular brasileiro; sua temporada de seis meses em Paris, em 1922, com o retumbante êxito de seu conjunto “Oito Batutas”; seus arranjos como primeiro diretor musical para a RCA Victor nos anos 30; sua decadência e ressurgimento nos anos 40; a consagração nos anos 60 pelas mãos das novas gerações da bossa nova e do jazz; e sua morte na igreja N. S. da Paz no Rio de Janeiro em pleno carnaval de 1973, durante a passagem da Banda de Ipanema. Classificação indicativa: 14 anos

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