Pular para o conteúdo

Eu Já Estive Em “6 Competências para Surfar na Transformação Digital, de Andrea Iorio”

Transformação Digital! Alguns acham que já dominam o assunto, outros pensam que isso está em um futuro distante. Quem melhor deve se sair nessa lista é aquele que acredita que a Transformação Digital está acontecendo e seguirá assim, mesmo para quem já se diz digital.

Transformação Digital é você usar o iFood para pedir comida, o Rappi para comprar qualquer coisa, a Netflix para ver filme, chamar o Uber para voltar para casa, usar o DogHero para deixar seu dog em algum lugar enquanto viaja, reservar o ingresso do evento no Sympla… Ou seja, dá para fazer uma lista sem fim de quanto já somos digitais.

Mas será que a educação, aquilo que aprendemos na escola, já é digital? As leis que regem o sistema trabalhista já é digital? As empresas estão se adaptando ao mundo digital? Algumas já nascem digitais (como todas as citadas acima), mas nomes como Ford, Suvinil, Faber-Castell (cito nomes aleatórios), será que já pensam digitalmente?

É sobre tudo isso que o executivo Andrea Iorio fala com muita propriedade no livro “6 Competências para Surfar na Transformação Digital”. Andrea tem mais de 10 anos em experiência em empresas multinacionais de tecnologia. Além de Chief Digital Officer e membro do Comitê Executivo da divisão de Produtos Profissionais da L’Oréal Brasil, também atua como investidor anjo  de startups digitais, entre outras coisas 🙂

O livro é daqueles “do jeito que jornalista gosta” cheinho de dados que embasam cada momento citado, o que ajuda super a você entender cada momento da história que está sendo contada. Não é um livro sobre a vida do executivo, daqueles onde ele conta como foi difícil chegar onde chegou…, é um livro sobre transformação digital, pode ter certeza!

Abaixo alguns trechos do livro para que possa avaliar também:

  • O analfabeto do século XXI não será aquele que não consegue ler e escrever, mas aquele que não consegue aprender, desaprender e reaprender (Alvin Toffler);
  • Metanoia (ele vai falar disso todo o tempo) é o ato de mudar radicalmente o próprio pensamento, a própria ideia, pensar diferente;
  • Transformar (do latim, transformare): fazer mudar de forma, de aspecto;
  • Digital (do latim, digitus): referente ou semelhante aos dedos da mão, da espessura ou do comprimento de um dedo;
  • Dados da Deloitte de 2018 diz que 43% dos millenials preveem deixar o próprio emprego em até dois anos e apenas 28% pretende ficar mais de cinco anos no mesmo emprego. Para a Geração Z o número é ainda mais alto: 61% preveem deixar o emprego neste prazo;
  • As competências são contextuais – mudam à medida que a compreensão que temos do trabalho se altera – e em segundo lugar, elas podem e devem ser desenvolvidas;
  • Transformação Digital não é um termo sobre tecnologia, mas sim sobre pessoas. É um termo humano, sobre comportamento humano. E, no mundo dos negócios não é diferente: é sobre como escalar um negócio por meio de novas competências dos times, tendo ferramentas digitais como meio.
  • Segundo Carol Dweck, há dois tipos de mindset presentes na sociedade: Mindset fixo (a crença de que nascemos com uma cota de inteligência e talento que não irá mudar) e Mindset de Crescimento (a crença de que as próprias habilidades podem ser desenvolvidas).
  • Estudos provam que podemos realmente mudar a mentalidade de uma pessoa de “fixa” para “crescimento”, e quando o fazemos, conquistamos um aumento de motivação e realização.
  • O teste de uma grande inteligência é a faculdade de sustentar duas ideias opostas na mente e ainda manter a capacidade de funcionar (F. Scott Fitzgerald);
  • Em 2008, o jornalista e escritor canadense Malcom Gladwell publicou o livro “Fora de Série – outliers e lançou com ele uma regra: dedique 10 mil horas à atividade que deseja e se tornará um especialista;
  • Um dos pontos fundamentais para que uma empresa seja considerada ágil é que ela consiga passar de um paradigma de “organizações como máquinas” para “organizações com organismos vivos”, encontrando estabilidade e dinamismos;
  • Saber falhar é uma oportunidade de melhorar e segue o lema “Try fast, fail faster”: teste rápido e falhe mais rápido ainda;
  • Um espaço de mindset de crescimento não julga quem erra, mas o ajuda a se desenvolver;
  • Para gerar uma solução inovadora é preciso: entender a demanda, ter capacidade de materializar a solução e gerar valor para o usuário;
  • Não faz mais sentido manter guardada a sete chaves a “receita do molho especial” se a razão de ele existir está menos na receita em si do que na forma de executá-la;
  • As grandes empresas não precisam aprender apenas a trabalhar com startups. Elas precisam primeiro aprender a trabalhar como startups;
  • Pensamento crítico e capacidade de resolução de problemas estão entre as competências mais procuradas no mercado global em 2020;
  • Diz o jornalista Henry Louis Mencken: para todo problema complexo existe sempre uma solução simples, elegante e completamente errada;
  • O propósito é importante para o mercado em dois sentidos. Primeiro porque ele é apontado como o principal fator por trás de ótimas performances dos colaboradores. Segundo porque. à medida que sua companhia tiver um propósito claro, seus negócios conseguem engajar funcionários e consumidores em torno da sua causa, permitindo ao seu negócio prosperar.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.

%d blogueiros gostam disto: